terça-feira, novembro 8

Não trabalhe pela comida!

Não vá trabalhar pela comida!
Um jovem estava numa floresta com um sábio a observar uma raposa perseguindo uma lebre.
O mancebo vira-se para seu mentor e diz: - ela vai pegar a lebre! O sábio responde: - não! A lebre escapa. O rapaz retruca com veemência: - Mas a raposa já está quase lá mestre! O mestre então, olhando para a pequena e frágil lebre que consegue fugir espetacularmente entre os arbustos fazendo a raposa desistir de persegui-la, diz ao seu pupilo: - A lebre escapou por causa de um pequeno detalhe.  A raposa corre pela comida. Por outro lado, a lebre corre pela vida. 
Não existe nada mais cretino do que trabalhar pela comida. 
No mundo corporativo existem exatamente estas duas posturas da ilustração acima.
A primeira, é a do vendedor de horas que espera somente o salário no fim do mês. Esse é o único objetivo dele.
Já o segundo exemplo, é o do funcionário que veste a camisa da empresa e sua prioridade é o crescimento do negócio e o dele também. 
Ao contrário do primeiro que só quer garantir o presente, ele pensa no futuro e faz planos de médio e longo prazo, pois sabe que seu salário de hoje é bem menos do que o será amanhã.
Adoro quando entro numa empresa e vejo coragem brotar dos olhos de alguns funcionários que estão ali "lutando pela vida".
É muito bom ser atendido por alguém que trabalha com coragem e que luta com todas as suas forças para eu sair dali satisfeito com os produtos e serviços a que ele propôs a vender.
Infelizmente, tenho visto muito piores exemplos do que bons. O mercado está infestado de raposas!
Quando estamos no Rio de Janeiro, seja a negócio ou passeio, gostamos de frequentar um determinado restaurante. A comida é excelente. O ar refrigerado é uma bênção e o estacionamento é coberto. Os banheiros são limpíssimos e em granito, além do ambiente ser bem familiar.
Porém, o que nos leva a voltar por mais de dois anos aquele lugar não é nada disso, (embora demos muito valor a tudo isso), sim, o que nos leva de verdade a voltar lá é o nosso garçom! Ele viu que minha esposa é deficiente visual. Até aí tudo bem. O extraordinário é que depois que percebeu que a Léa é cega passou a tratá-la com tanto carinho que chega ao ponto de sempre cortar o churrasco dela em pequenos pedaços, separar no prato e informar pra ela onde está cada pedacinho que ela tanto gosta. Eu faço isso pra Léa há vinte e quatro anos desde que ficou cega e confesso que não gosto de abrir mão deste privilégio de servi-la, entretanto quando estou lá com minha família sinto-me constrangido pelo garçom querido e cedo aos seus encantos.Não é obrigação de ele fazer aquilo, mas ele faz.Aquele garçom não trabalha pela comida que ele come, nem tão pouco pelo salário que recebe ou pela gorjeta que certamente recebe de todos os seus clientes.Ele trabalha pela vida. Ele não se sente empregado daquela linda churrascaria, mas sente-se dono, ele é parte do todo.Somente com coragem permaneceremos no mercado e venceremos em nossa carreira.Na liderança isso é mais importante ainda!Aplique o lema de Billy Graham: "Quando um homem corajoso assume uma posição, os demais se aprumam".Coragem é contagiosa. Seja mais esperto que a raposa.Deus te abençoe.Lembre-se. Família. Você precisa cuidar da sua!Rogério Bitencourt é escritor, pastor, conferencista e consultor em liderança e atendimento ao cliente.

2 comentários:

  1. Graca e paz meu nobre,Deus continue te abencoando obrigado pela mensagem.

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  2. Me segui no meu blog ok thanks.

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